sexta-feira, 9 de março de 2012

Subversivo.


Meu sexo é subversão
Do meu corpo aversão
Do  fim do dia melancolia
Do desejo da agonia
Pensamentos se dissipam
Quando corpos se excitam
No término da noite
Na alma o açoite
Não sei como é amar
Sei  como é sofrer por amar
Dos bloqueios da paixão
E do corpo o tesão
Lembro quando perdi a cabeça
Envolto pela tristeza
Quando eu mesmo não era suficiente
Pra esse amor inconseqüente
Não digo que amo
Com tudo o que criamos
E tudo o que espero
É que digas eu te quero

Everson Fernandes.
Twitter: @eversonf

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